O que é Medicina Nuclear?

A medicina nuclear é uma especialidade médica que emprega materiais radioativos com finalidade diagnóstica e terapêutica. As quantidades de materiais radioativos empregados são mínimas e seu uso é bastante seguro

Funcionamento

  • Segunda a Sexta
    8:00 - 18:00
  • Sábado
    8:00 - 12:00
  • Domingo
    Fechado

Sobre o IRB

Seu corpo clínico é composto por médicos especializados em Medicina Nuclear

Saiba Mais

Dr. José Ulisses Manzzini Calegaro

Medico Nuclear|CRM 3547|RQE 8111

Dr. Leonardo Castro Melo

Medico Nuclear|CRM 26558 DF|RQE 187693

EXAMES MAIS SOLICITADOS

Cintilografia Miocárdica

Perfusão cerebral (SPECT)

Cintilografia Óssea

Cintilografia Renal

PCI - iodo

Terapia hipertireoidismo

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IRB | Medicina Nuclear

Cintilografia

Cintilografia é o nome genérico dado ao procedimento diagnóstico por imagem na especialidade de medicina nuclear.


Para que os diferentes órgãos do nosso corpo possam ser examinados, é necessário fazer com que os materiais radioativos empregados cheguem até os mesmos. Para isso, utilizamos elementos radioativos que apresentam afinidade natural ou que esses elementos estejam ligados a substâncias que possuem afinidade por esses órgãos.


Uma vez que estes elementos radioativos cheguem aos órgãos de interesse, as radiações emitidas a partir deles são identificadas pelo equipamento e transformadas em imagens que possam ser interpretadas pelos especialistas.


Cada exame possui seu medicamento específico que é preparado ou encomendado para o dia do procedimento.

Terapias com Radioisótopos

A terapia com radioisótopos consiste em uma modalidade de tratamento onde se utilizam medicamentos radioativos para obtenção do efeito desejado. Algumas dessas terapias já são aplicadas há décadas, contudo, novas terapias têm sido desenvolvidas nos últimos anos com grande expectativa quanto à disponibilização em nosso meio, assim como dos seus benefícios.


Esse tipo de tratamento utiliza um radionuclídeo emissor de radiação alfa ou beta, associados a fármacos ou traçadores que irão se acumular nas células-alvo doentes, depositando doses letais de radiação nestas células e poupando os tecidos sadios.


Uma parcela dos pacientes deve realizar exames específicos de medicina nuclear para determinar se o tratamento pode ser indicado, além de serem úteis para o planejamento terapêutico. Dependendo do tipo de doença, não há a necessidade desses exames. Em geral, a definição da necessidade de exames prévios, assim como de quais exames, depende da decisão conjunta entre o médico assistente e o médico nuclear.